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quarta-feira, 5 de junho de 2013

#ficaadica Antes de pegar o avião para sua viagem, verifique se o pais de destino precisa de visto e vacina

Logo que eu começo a pensar em fazer uma viagem, as três primeiras coisas que eu faço são: verificar se o meu passaporte está valido, pesquisar se brasileiros precisam de visto para visitar determinado país e depois da minha primeira viagem ao Caribe, procuro ver também se é obrigatório fazer alguma vacina.

Com isso, eu acabei juntando alguns sites, onde é possível pesquisar tudo isso pra não ter problemas durante uma viagem.




** Visto **

Exceto alguns países já manjados por aí, como Chile, Argentina, França, Alemanha, Espanha, Itália e Portugal, a gente nunca sabe quando brasileiro precisa ou não de visto. De uns tempos cá, alguns países também deixaram de pedir visto de nós brasileiros, como é o caso da Rússia, Sérvia e México (desde o mês de maio 2013).

Eu lembro que quando resolvi viajar para países como Islândia, Polônia, Estônia, Montengro, Bósnia e Herzegovina, Croácia e Barbados, todas as vezes tive que pesquisar se brasileiros precisavam ou não de visto.

Então, pra não haver problemas futuros nesse quesito, aqui vai os sites onde eu verifico essas informações:

- O primeiro site que eu costumo pesquisar é no Mundo dos Vistos, que informa se é necessário tirar visto tanto de turismo como de trabalho ou de estudo. O site é bem completinho, pois além disso, ainda lista os documentos necessários pra solicitar o visto, a taxa pra solicitar o visto, a moeda e a sua cotação atual. Claro que, mesmo assim, ainda é bom checar tudo no próprio site da embaixada de cada país.

- Ai é que entra o segundo site que costumo pesquisar sobre esse assunto, o RIOB. Além de também informar se é necessário ou não visto para brasileiros, eles tem uma lista com outras informações importantes, como: endereço das embaixadas e consulados do Brasil no país de destino, assim como o endereço das embaixadas e consulados de um determinado país aqui no Brasil e ainda os respectivos sites também estão indicados para maiores informações.

Obs.: o fato de ter o visto em mãos também não garante em nada a entrada no país, então é sempre bom levar alguns documentos essenciais (passagem de ida e volta, reserva de hotel, passagens de trens, seguro saúde, dinheiro e cartão de crédito internacional) na bagagem de mão, caso seja necessário comprovar alguma coisa. Eu não saio de casa sem ter todos esses documentos na bolsa!

** Vacina **

De todos os países que eu conheci até hoje, o único que exigia a Vacina contra Febre Amarela e consequentemente o Certificado Internacional de Vacinação foi Barbados.

Então, enquanto eu estava pesquisando e montando o roteiro dessa viagem, eu li muitos sites sobre o assunto e entre todos eles, o melhor (e mais completo) site que eu acabei encontrando foi o site da Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesse arquivo eles listam t-o-d-o-s os países que exigem em específico essa vacina, além dos países que tem risco de transmissão dessa doença.

fonte: site contandoashoras

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Do Mar Morto a Amazônia: veja lugares incríveis que podem desaparecer


Do Mar Morto a Amazônia: veja lugares incríveis que podem desaparecer


Diferentes lugares no planeta podem desaparecer em breve,  ameaçados pelo impacto do homem, das mudanças climáticas ou da natureza. Confira os destinos que você precisa conhecer, antes que seja tarde demais.

Veneza

Ao longo dos anos, Veneza tem afundado lentamente  pelo deslizamento dos sedimentos da lagoa sobre qual a cidade foi construída. Somado à subida das águas, o fenômeno causa frequentes inundações em pontos turísticos como a Piazza San Marco, e ameaça uma das cidades mais belas e românticas do planeta.

Maldivas


destinos turisticos Maldivias

Magnífico arquipélago do Oceano Índico, as Maldivas são formadas por cerca de 1.200 ilhas tropicais. Com apenas 1,5 m de elevação em relação ao mar, as ilhas e suas incríveis praias de areia branca encontram-se particularmente ameaçadas pelo aquecimento global. Habitantes de 16 ilhas já tiveram de ser relocados por causa da subida das águas nos últimos anos. 

Floresta Amazônica
Maior floresta tropical do planeta, distribuída entre  Brasil, que tem sua maior parte,  e sete outros países da América do Sul como Colômbia, Peru e Equador, a Amazônia é conhecida como o “pulmão do planeta”, num imenso refúgio para inúmeros animais de todo tipo. Apesar de sua importância única no mundo, a Floresta Amazônica sofre consequências terríveis do desmatamento desenfreado que poderia terminar com metade de sua área de cerca de 6 bilhões de km² até 2030.

Grande Barreira de Coral 


Grande barrreira de corais

Situada no litoral nordeste da Austrália, a Grande Barreira de Coral é o maior sistema marinho do planeta, com ilhas coralinas, belas praias e muitos lugares estonteantes para mergulhar e curtir a natureza. Hoje, a Grande Barreira está cada vez mais ameaçada pelo rápido desenvolvimento da costa, onde estão sendo construídas plantas de gás natural, e pelo aquecimento das águas, que já acabou com 50% dos corais em menos de três décadas.

Parque Nacional de Everglades
O Parque Nacional de Everglades é uma das principais reservas naturais dos Estados Unidos, no sul da Flórida, com um importante ecossistema de mangues e pântanos, e presença de crocodilos, peixes-boi e numerosas espécies de pássaros. O parque, que já perdeu cerca de um quarto de seus mangues originais, encontra-se ameaçado por projetos hidrológicos que alteraram o fluxo das águas, causando sérios problemas ecológicos. 

Mar Morto
Mar Morto

Localizado na fronteira entre Israel e Jordânia, o Mar Morto é conhecido pelo uso terapêutico e cosmético de suas águas, mas principalmente pela sua forte concentração salina, que faz com que os banhistas flutuem de uma forma surpreendente. Estima-se que o Mar Morto poderia secar totalmente nos próximos 50 anos em razão de drenagem de suas águas para consumo humano causado pelo desenvolvimento da Jordânia e seus novos resort de luxo. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

13 destinos para você visitar em 2013


A Fugas elege 13 destinos que vão estar sob os holofotes em 2013. Para ir ou para sonhar. Crises à parte, quem sabe se, com um pouco de sorte, 2013 não é o ano da viagem das nossas vidas... De um salto a Amesterdão a uma luxuriante Costa Rica, de um Rio de Janeiro em mudanças às capitais culturais da Europa. E mais mundo...

Amesterdão, Holanda

É uma das cidades mais visitadas do mundo e todos sabemos porquê — a fama de Amesterdão é universal. São os canais e as coffee shops, é o Red Light District e as bicicletas, são os museus e as flores. Amesterdão é tudo isso, mais algumas coisas, e em 2013 estará particularmente em festa(s). É um vórtice de aniversários “redondos”: cantam-se os parabéns ao anel de canais da cidade (que cumprem 400 anos), a Vincent van Gogh (160 anos) e ao seu museu (40 anos), à Orquestra Real Concertgebouw (125 anos).
A juntar-se a estes, a reabertura do Rijksmuseum, depois de dez anos de remodelação, promete marcar a agenda com o “regresso” de Rembrandt, Vermeer e outros velhos mestres à sua casa, o maior museu holandês. Vai ser, portanto, um ano extraordinário na capital holandesa que, na verdade, nunca tem falta de eventos culturais e animação.
Ou seja, teremos sempre o mercado de flores e o Vogelpark com os seus concertos e espectáculos de teatro, a feira da ladra e o Prinsengracht com as lojas e restaurantes mais trendy da cidade, a Casa de Anne Frank e a Sinagoga Portuguesa, Leidseplein e Rembrantsplein com a animação nocturna e a severa arquitectura seiscentista alinhada ao longo dos canais onde flutuam as casas-barco.
Infos: Turismo de Amesterdão | Turismo da Holanda

Córsega, França


Não é uma ilha qualquer, apesar de até ter sido vendida a França como se de mercadoria se tratasse. Daqui se fez história — e sem essa transacção tudo teria sido diferente: afinal, foi um ano depois do “negócio” que nasceu, na sua capital, Ajaccio, um cidadão francês, Napoleão Bonaparte, que revolucionou a Europa e o mundo. Parte de França, portanto, há quase 250 anos, com Itália no sangue, a Córsega tem pouco em comum com o continente, mas em 2013 vai aproximar-se um pouco mais.
No ano em que o célebre Tour de France comemora cem anos, a partida será da Córsega, onde decorrerão as primeiras etapas, entre paisagens abismais de montanhas rugosas e praias com os pés no Mediterrâneo.
São as praias a principal atracção da ilha, mais de 300 quilómetros delas, escondendo-se em baías ou exibindo-se em grandes areais dourados; mas as montanhas são também muito procuradas: nas primeiras, dominam as actividades aquáticas e os inevitáveis banhos (de sol e de mar); nas segundas, as caminhadas, das mais leves às mais desafiantes. Por todo o lado, aldeias pitorescas que parecem fazer parte da paisagem e cidades agradáveis, em suave bulício mediterrânico e orgulhosa identidade corsa.
Infos: Turismo da Córsega | Turismo francês

Capitais Europeias da Cultura: Marselha e Košice
É, na verdade, uma aliança um pouco improvável, esta de Marselha e Košice. Mas em 2013 há um elo forte a unir as duas cidades: são, a partir de 12 de Janeiro, as capitais europeias da cultura. Do sul de França ao leste da Eslováquia constroem-se, portanto, pontes culturais que prometem um ano preenchido de actividades por todas as disciplinas artísticas.
Marselha será o farol cuja luz se vai estender pela Provença, de Arles a Aix-e-Provence e mais além, e o palco que receberá uma série de novos espaços culturais. A cidade mais antiga de França (2600 anos), aninhada entre o litoral e as montanhas, vai receber, entre outros, o novo Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo (junto do velho porto, cuja primeira fase de renovação ficará concluída em 2013), um novo Museu de História e do Velho Porto e o Centro Regional para o Mediterrâneo (CRM).
Mais a norte, Košice vai gozar do estatuto de ser a primeira cidade eslovaca a conseguir o estatuto de capital Europeia da Cultura no ano em que o país cumpre 20 anos de independência. Na região dos Cárpatos, a cidade apresenta-se como testemunho do império austro-húngaro mesclado com a realidade pós-Guerra Fria e prepara-se também para aparecer de cara lavada. Por exemplo, a velha piscina interior municipal, herdada da Checoslováquia, vai ser transformada num moderno centro de artes e cultura multifuncional (Kunsthalle), mantendo a água como elemento estrutural; e as instalações de antigas casernas, bem perto do centro histórico da cidade, vão ser transformadas num quarteirão criativo. É a cultura a liderar revoluções urbanas, em Marselha e Košice.
Infos: Marselha 2013 | Kosice 2013

Nápoles, Itália


É um turbilhão italiano: história milenar, que vem dos gregos, passa pelos etruscos e brilha romana, monumentos abundantes, casa da pizza; trânsito de caos impossível para não iniciados, sujidade nas ruas, território mafioso por excelência. Nápoles não é cidade fácil, mas pode entranhar-se e este ano o mundo vai andar por lá: 101 dias, 101 cidades.
O pretexto é o Fórum Universal das Culturas que, entre Abril e Julho, vai transformar a cidade na capital mundial das culturas sob o lema “A memória do futuro”. Com centenas de milhões de euros investidos, a cidade vai ser palco de manifestações artísticas e culturais de todos os continentes, ao mesmo tempo que vai receber uma operação plástica, sobretudo na zona oeste, que receberá a Ágora do fórum.
Sem perder o carácter e rugas que o tempo lhe deu e que se expressa entre ruelas estreitas ou grandes boulevards, oscilando entre quarteirões históricos e a moderna Praça do Plebiscito, os seus castelos e igrejas, a ópera, o funicular e o mercado que o é desde tempos romanos a abraçarem a baía de Nápoles.
Fora da sua capital, a região da Campania oferece-se desde a Costa de Amalfi à ilha de Capri, do Monte Vesúvio às ruínas fantasmagóricas de Pompeia.
Infos: Nápoles 2013 | Turismo de Nápoles

Derry/Londonderry, Irlanda do Norte

É a primeira Cidade da Cultura britânica (um título criado para impulsionar a economia através do turismo e das indústrias criativas) e um exemplo do “reino unido”: Derry/Londonderry, a segunda maior cidade da Irlanda do Norte, foi a escolhida para a inauguração do título.
Para muitos é o melhor exemplo de uma cidade fortificada britânica, mas aqui o passado é um fardo que se tenta ultrapassar olhando o futuro: há 40 anos foi palco do tristemente célebre bloody sunday, que viu 13 participantes numa marcha pelos direitos civis serem mortos por militares britânicos; no ano que se avizinha, a arte, dança, teatro, cinema, música e o desporto são pretextos para a aproximação das duas culturas da cidade.
Do programa anunciado destaca-se o Prémio Turner, o mais importante das artes visuais no Reino Unido, a acontecer pela primeira vez fora de Inglaterra; as estreias das novas produções da companhia teatral local Field Day, fundada pelo dramaturgo Brian Friel e pelo actor Stephen Rea, que vão voltar; e o All-Ireland Fleadh, o maior festival de música tradicional irlandesa que este ano vem aqui.
Tudo pretextos adicionais para descobrir a cidade, entre as margens do rio Foyle e as muralhas do século XVII, testemunhas de uma história rica, por vezes sangrenta numa região de grande beleza natural.
Infos: Turismo de Derry/Londonderry | Turismo da Irlanda do Norte

Rio de Janeiro, Brasil

Nos próximos anos, se haverá cidade que andará na boca do mundo será o Rio de Janeiro. Afinal, a cidade maravilhosa, a cidade brasileira mais famosa no mundo, prepara-se para receber os maiores eventos desportivos do planeta: os jogos olímpicos de 2016 e antes, em 2014, o campeonato do mundo de futebol. Por isso, porque não ir antes e evitar as multidões e a previsível (maior) escalada de preços?
A revolução urbana necessária para receber essas provas já começou e muitos projectos ficarão concluídos durante 2013. Assim, juntar-se-á o futuro e o passado da cidade que em 2012 a UNESCO distinguiu como Património Mundial, pelo cenário urbano que se esculpe entre as montanhas e o mar. O bordado indisciplinado que se tece em costa caprichosa é tutelado por uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, o Cristo Redentor, no Corcovado, mas o Pão de Açúcar rivaliza nas vistas que oferece à entrada da baía de Guanabara.
De chinelos no pé e areia perto, entre Ipanema, Copacabana, Leblon e Lagoa (Rodrigo de Freitas), do Parque Nacional da Tijuca ao Jardim Botânico, pelo centro da cidade entre testemunhos da colónia e do império e despiques modernistas, dos passos do samba e do desvario do funk, de coco na mão ou pé no “bondinho”, da cultura formal à criatividade à solta — há mil rios de janeiros.
Infos: Turismo do Rio | Turismo do Brasil

São Francisco, Estados Unidos

A sua aura criou-se nos anos 1960: São Francisco foi o berço do movimento hippie, onde todos usavam “flores no cabelo”. Desde então, a cidade californiana tem gozado da fama, e do proveito, de ser uma das mais liberais dos Estados Unidos — não é à toa que entre os pontos incontornáveis estão o bairro Haight, onde sobrevivem reminiscências da contra-cultura da década de 1960, e o bairro Castro, onde a cultura LGBT floresce.
Cidade descontraída, conhecida pela sua vida cultural intensa (e, muitas vezes, informal), pelos seus restaurantes e pelos seus terramotos, estende-se em colinas, atravessadas por ruas inclinadas onde circulam eléctricos amarelos entre casario vitoriano de cores claras — é um dos seus postais, muitas vezes em contraste com o skyline.
Outros postais inevitáveis são a ponte Golden Gate e a baía, onde, entre outras, se destacam a ilha-prisão Alcatraz. No próximo ano, mais do que habitualmente, São Francisco vai virar-se para o mar — e não só visto de Fisherman’s Wharf com os seus leões-marinhos; há novos projectos no waterfront.
Afinal, não é sempre que se recebe a Taça América (America’s Cup), a mais importante regata internacional e o evento desportivo mais antigo do mundo (1852), que chega em Julho.
Infos: Turismo de São Francisco

Cataratas Vitória, Zimbabwe/Zâmbia

A maior queda de água do mundo (1708 metros de extensão e 108 de altura) não é segredo para ninguém e desde que David Livingstone a avistou pela primeira vez, em 1855, o nome que lhe deu tem andado na boca de todos: Cataratas Vitória, a impor-se ao nome local Mosi-oa-Tunya (“fumo que troveja”).
Na fronteira entre o Zimbabwe e a Zâmbia, protegidas por parques nacionais em ambos os países, as cataratas têm estado um pouco isoladas devido à instabilidade naquelas partes de África. Porém, 2013 pode marcar a reviravolta, uma vez que o turismo parece estar a regressar a estes países — a ajudar, com certeza, estará a realização da assembleia-geral da Organização Mundial do Turismo nas duas cidades que “dividem” a entrada para as cataratas: Victoria Falls (no Zimbabwe) e Livingstone (na Zâmbia).
Para a receber, Victoria Falls está a ampliar o seu aeroporto e a assistir à construção de uma nova unidade hoteleira de luxo; em adição, Livingstone prepara-se para celebrar o bicentenário do nascimento do explorador escocês que lhe deu o nome. Será um ano agitado nestas paragens que vivem ao ritmo das águas e paisagens indomadas, territórios que são, naturalmente, palco de actividades de aventura. Rafting, canoagem, bungee jumping, zip line sobre as cataratas, safaris (incluindo no vizinho Botswana), entre outros, fazem desta zona um mundo de adrenalina.
Infos: Turismo da Zâmbia | Turismo do Zimbabwe

Costa Rica

Já foi uma república das bananas — quando as bananas eram a principal fonte de rendimento do país —, porém, desde meados dos anos 1990, o turismo passou a ser a marca do país da América Central. Em 2009, a Costa Rica apareceu no primeiro lugar do Happy Planet Index (algo como Índice do Planeta Feliz), criado pela ONG ecológica britânica New Economics Foudation: este não determina as nações mais felizes do mundo, antes a capacidade de cada país proporcionar vidas longas, felizes e sustentáveis para os seus cidadãos.

A subjectividade do nível de satisfação de cada um une-se a outras duas variáveis mais objectivas, a esperança média de vida e a pegada ecológica. Olhando para o país é irresistível fazer a ligação entre o nível de protecção ambiental e a “felicidade” do povo: um quarto do território é área natural protegida e o ecoturismo aqui é uma realidade. A capital, São José, situa-se no planalto central, o que faz dela um bom ponto de partida para explorar o país que brilha para além da sua cidade principal, sem grandes pontos relevantes.
Entre praias que se estendem ao longo da costa do Pacífico e a costa das Caraíbas (a mais económica), com a combinação de areia, sol e mar, e parques naturais que pontuam todo o país com vegetação exuberante e fauna inesperada, e até vulcões activos visitáveis, os visitantes são brindados com actividades que vão desde as mais radicais, como o bungee jumping e rafting, ao puro relaxe do birdwatching ou snorkeling, por exemplo — o estatuto de meca do surf mantém-se intocável.
Infos: Turismo da Costa Rica

Ilha Komodo, Indonésia

Tem o nome do seu habitante mais conhecido (e mais temido): komodo, o dragão cuja protecção levou à criação do Parque Nacional Komodo, na Indonésia — a ilha Komodo é uma das três que constituem o parque (as outras são Rinca e Padar) e foi considerada uma das sete novas maravilhas da natureza.
De origem vulcânica, a ilha tem o rosto desolado e desértico da planície lunar, que se exalta em altos picos escarpados, e parece o habitat ideal para os répteis de aspecto quase pré-histórico que nela habitam. Convivem com uma comunidade de cerca de dois mil habitantes, que durante muitos anos os alimentava, como parte de uma tradição longínqua.
Um movimento nos anos 1990 proibiu a sua alimentação, numa tentativa de estabelecer um ecossistema mais natural para os dragões. O avistamento destes animais é inevitável na ilha, que oferece mais fauna para observar, em terra e no mar (baleias e golfinhos são comuns).
O mergulho e o snorkeling são actividades muito procuradas pelos turistas que vêm chegando cada vez em maior número à ilha e ao parque, porque as águas em redor, apesar de turbulentas, oferecem vista para um mundo subaquático feito de cores vibrantes, corais e espécies marinhas exóticas. As acomodações na ilha são sobretudo em acampamentos com cabanas — a condizer com a atmosfera de princípio do mundo.
Infos: Turismo da Indonésia/Komodo

Palau

De 21 mil habitantes vive esta república-arquipélago que ocupa 494 quilómetros quadrados distribuídos por oito ilhas principais e mais de 250 ilhotas e atóis. País jovem — a independência foi declarada em 1994 —, num canto do Pacífico, a República do Palau é um segredo bem escondido.
A sua remota localização, na Micronésia, a tal não será alheia — chegar lá é uma odisseia de continentes —, mas se calhar é ela que preserva paisagens intocadas, miragens entre a água e o céu do perfeito paraíso tropical, e um povo de simpatia transbordante, que se concentra sobretudo em Koror, a ilha mais populosa e antiga capital, entretanto transferida para Melekeok (em Babeldaob) e com pouco mais de 300 habitantes.
Cada ilha é uma caixinha de surpresas: da mais cosmopolita Koror e da contrastante Babeldaob, que oscila entre montanhas vertiginosas e dunas de areia, abrindo-se em lagos de água doce, à ilha Peleliu, cemitério de relíquias de batalhas da II Guerra Mundial entre japoneses e norte-americanos, muitas maravilhas naturais se revelam. Florestas luxuriantes, quedas-de-água e grutas intocadas, areias brancas e uma das maiores concentrações mundiais de recifes de corais que são a coroa da glória de Palau.
Esta natureza pristina é estimulada pelos habitantes, que apostam numa economia “verde” e na concretização de projectos de desenvolvimento sustentáveis.
Infos: Turismo de Palau

Coreia do Sul

Tem um vizinho a norte mais mediático e é talvez por isso muitas vezes ignorada, mas a Coreia do Sul é mais do que a sua capital, Seul, e os seus dez milhões de habitantes; do que a tecnologia; e do que a zona desmilitarizada (DMZ) entre as duas Coreias que, apesar do nome, é provavelmente a zona mais militarizada do planeta.
O ano passado, por exemplo, a sua maior ilha, Jeju, foi proclamada uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza: um vulcão central que se ergue a 1950 metros, rodeado de 360 outros vulcões-satélites, compõem a face mais visível da ilha a sul da península, mas não a única. Além das suas grutas e formações rochosas de lava, há praias, cascatas, lagos, sítios históricos e aldeias típicas — tudo envolto por um passado místico que data da Pré-História e lhe vale o título de “ilha dos Deuses”.
E, voltando ao continente, a Coreia do Sul tem-se tornado uma meca para actividades ao ar livre, tudo enquadrado por uma cultura e história riquíssimas. Quem quiser recolhimento, os mosteiros budistas recebem visitantes; mas em 2013 a Coreia do Sul vai estar no radar dos amantes do desporto: recebe o Campeonato Mundial de Remo e os Jogos Asiáticos em Recinto Coberto e de Artes Marciais.
Infos: Turismo da Coreia do Sul

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Brasil está entre os melhores destinos para beber vinho

A região do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, foi escolhida como um dos 10 melhores destinos do mundo para beber vinho. A seleção, feita pelo site CNN Travel indica os melhores lugares do mundo para quem é apaixonado por visitar vinícolas e provar diferentes variedades de vinho. O Vale dos Vinhedos, responsável por 90% dos vinhos do país, é composto pelos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Veja os outros destinos citados: La Rioja, Espanha: a região começou a produzir vinhos comercialmente no século dezenove e até hoje oferece vinhos excelentes, além de belas paisagens e culinária de alto nível. Danúbio, Áustria: formada pelas áreas vinícolas de Wachau, Kremstal, Traisental, Kamptal e Wagrang, ao longo do rio Danúbio, a região tem vinhedos, florestas, castelos e paisagens inesquecíveis que podem ser exploradas de carro, trem, barco e bicicleta. Long Island, Estados Unidos: pertinho de Manhattan, a apenas duas horas de carro de distância, a região de Long Island é dona de um charme todo especial com praias de areaia e vilarejos de pescadores. Os vinhos da região são quase todos de pequenos produtores, ideiais para acompanhar os jantares de frutos do mar. Stellenbosch, África do Sul: responsável pela produção de um dos melhores vinhos da África do Sul, Stellenbosch fica a 40 km da capital, Cidade do Cabo. Foi nesta área um dos primeiros assentamentos europeus no país. Condado de Monterey, Estados Unidos: as praias do Pacífico e o sol da Califórnia formam o cenário perfeito para degustar de um dos melhores vinhos da região. Além das principais vinícolas da Califórnia, a região tem ainda inúmeros restaurantes e bistrôs super charmosos. A região do Vale dos Vinhedos integra lista dos dez melhores destinos do mundo para beber vinho Vale dos Vinhedos, Brasil: Fruto da imigração italiana à Serra Gaúcha, a produção vinícola do Vale dos Vinhedos atrai turistas que buscam deliciar-se com vinhos e restaurantes locais nesta charmosa região do Rio Grande do Sul. Vale de Willamette, Estados Unidos: situado no estado americano do Oregon, o Vale de Willamette tem numerosas adegas, belas paisagens, pequenas cidades charmosas e muitas atividades para praticar ao ar livre. Vale de Hunter, Austrália: a apenas duas horas de carro de Sydney o Vale de Hunter é um lugar perfeito para fazer turismo conhecendo os vinhos australianos. Com sabor incomparável, a bebida dá o sabor para quem vai percorrer os espaços verdes da região. Vale do Douro, Portugal: O Vale de Douro é considerada uma das mais belas regiões vinícolas do planeta. Especializada nos fomosos vinhos do Porto, a região se destaca também pelas belas paisagens. Puglia, Itália: situada na ponta direita da "bota" italiana, a península de Puglia é uma região de belas vistas sobre o Mar Adriático e o Mar Jônico e vinhos locais com sabores inesquecíveis. (Fonte: Terra)

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

#ficaadica A Paraíba é daqueles destinos que merecem ser degustados aos poucos...

A Paraíba é daqueles destinos que merecem ser degustados aos poucos, sem pressa. Ocupa apenas 56 mil km² e é um dos menores estados de todo o Nordeste brasileiro. Ainda assim, revela-se em uma sequência de experiências que incluem passeios ecológicos mangue adentro; turismo rural orientado pelo sabor da comida de fazenda e pelo aroma forte da cachaça; trilhas em cenários áridos de tons alaranjados que costumam aparecer apenas em filmes nacionais; rotas históricas que levam o visitante a épocas de dinossauros e desenhos rupestres. Porém passam-se os anos e esse estado espremido entre Rio Grande do Norte e Pernambuco segue se escondendo atrás de velhos títulos. A capital, João Pessoa, abriga o “ponto mais oriental das Américas”; o município de Cabedelo se orgulha das apresentações do “Bolero”, de Ravel, registradas no “Guinness”; Campina Grande ainda compete com a pernambucana Caruaru como palco do “maior São João do Mundo”. Além dessas imagens que se repetem a cada temporada, esse destino nordestino ainda pouco explorado por viajantes do Sudeste surpreende o visitante que já não se contenta apenas em por os pés na areia ou lotar embarcações em direção a cenários populares. O Globo

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O que não pode faltar


Quando decidimos ir para uma viagem em boa parte das vezes só quando chegamos no destinos e que damos conta que algo está faltando, muitas vezes se da pela empolgação só que na maioria das vezes se da simplesmente pelo motivo que deixamos tudo para a ultima hora., se a sua viagem e longa ou rápida  se é perto ou longe se liga nesses itens que não podem faltar.


Na mala;
  1. Um ipod (ou similar), um bom livro ou uma revista, para passar o tempo;
  2. Óculos escuros, que além de estilosos são bem necessários;
  3. Filtro solar, principalmente no rosto e nas mãos;
  4. Transformador de voltagem/adaptador de tomadas. 
  5. Cópia dos documentos importantes, como passaporte e cartão de crédito. Faz uma grande diferença ter o número do passaporte e dos cartões em caso de extravio ou furto, pois adianta o processo no Consulado para receber um passaporte provisório e facilita o cancelamento do cartão junto à Operadora de Cartão.
  6. Travesseiro inflável para utilizar durante o vôo. Não ocupa espaço e ajuda a reduzir o desconforto dos vôos de longa duração;
  7. Guarda chuva ou capa de chuva. Sempre confiro a previsão do tempo antes de arrumar a mala e, havendo a possibilidade de chuva, levo um guarda-chuvas.
  8. Cadeado e identificação na mala. Por questões de segurança, a mala deve ser travada com cadeado, de preferência com aqueles de segredo (e não de chave, para não correr o risco de perder a chave) . É bom frisar que em alguns vôos, principalmente internacionais, as companhias aéreas não aceitam despachar malas sem cadeado e não oferecem lacres de plástico, como aqui no Brasil. A identificação da mala também é fundamental, seja para facilitar a sua localização em caso de extravio, seja para evitar que você pegue uma mala parecida acreditando ser a sua. Coloque tags de identifcação grandes e em cor chamativas ou amarre lenços ou fitas na mala. Tente não ser discreto, para que mesmo de longe você consiga identificar sua mala.
Na bagagem de mão; 
Escolha como bagagem de mão uma bolsa ou mochila que seja grande e leve, de preferência com muitos compartimentos, para guardar de forma organizada aqueles os itens básicos que você deve sempre trazer consigo, como:
  1. Documentos pessoais e de viagem. Lembre-se de, no caso de viagens internacionais, levar sempre consigo comprovante de reserva de hotéis e da passagem de volta para não correr o risco de ficar detido na imigração.
  2. Necessarie com os itens mais básicos para dar uma levantada no visual depois da viagem. Sempre levo comigo um pó compacto, um corretivo, um blush, um gloss, um perfume, um desodorante e uma água em spray.
  3. Um casaco, pois costuma fazer frio no avião
  4. Uma camiseta e uma lingerie, para o caso de extravio da mala. Aqui valle o antigo ditado de que é melhor prevenir do que remediar. Portanto, carrego uma muda de roupa para que, em caso de extravio da bagagem, isso não atrapalhe (muito) a viagem.

fonte: blog nosnomundo